22 de abr. de 2010

Sobre Morrer

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É como se eu fosse um texto, em que você só leu o primeiro parágrafo, ou apenas o título, ou até mesmo simplesmente ignorou por não gostar da ortografia do escritor. O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraíso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer NÃO dói.

2 comentários:

  1. Gustavo, morrer não doi, mas viver é muito bom.
    Aproveito a sorte de estar aqui em seu blog e lhe convido para opinar em meu trabalho que já dura quase três meses (O Diário de Bronson).

    Abraço do Jefhcardoso do http://jefhcardoso.blogspot.com

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